Diário de Viagem – Carnival 2010 by Santiago

•Abril 1, 2010 • Deixe um Comentário

Fala bando!

Finalmente depois de anos de espera chego com o post carnavalesco do nosso querido Salvador Santiago. Não reparem muito nos erros que apareceram porque o Santiago foi alfabetizado em Zulu.

Os comentários em itálico são do Santiago, os normais são meus.

Viagem de Carnival 2010

Participantes: Husky, Fafabiânus, Salvador?! e Japa Loko.

Enfim carnaval, e o que fazer quando você não tem dinheiro? Não tem planos. Não tem companhia. Ta solteiro, mas ta falido. Hehehe

Pois é! Meus amigos, esse é meu primeiro post e essa é minha história e em breve vocês entenderam porque eu sou conhecido como salvador. hahaha

Um bela sexta-feira, eu estava trabalhando quando chegou um email do husky sobre ir pra não sei aonde com não sei quem. Eu disse que não tinha dinheiro e rapidamente o fdp me descartou (fela, falei que até emprestava dinheiro pra ele, mas ele não quis mesmo assim neste momento), digo, nem insistiu. Disse que era a vida e que agente se via por ai. Blz. Fui pro Carnaval em Itajubá, aquela merda, só homem e crianças e manos.

Sabado, já tava pensando passar o carnaval vendo filmes. Surge o Husky me falando que poderia me dar uma forcinha financeira se eu quisesse ir. Na verdade eu até tinha um pouco de dinheiro, mas como eu não sabia direito pra onde ia, aonde ia ficar, quanto que iria gastar, tava complicado.

Figura 1-Simulação do Salvador em Casa

O Local era Itanhandu-MG, a cidade do vesgo (do Pânico), com algumas pesquisa constatei que o carnaval lá é muito bom, o problema é que não tem ônibus Itajubá-Itanhandu, o Husky me disse q me dava carona se eu fosse em alguma cidade perto da Dutra. Eu vi que o melhor local era Lorena e que o ultimo ônibus era 17:30h. A passagem era R$12. Tava seriamente pensando se ia ou não. Porem em seguida o Husky fala que não teria espaço no carro, pois a “suposta namorada” do Fafabiânus tbm iria. Eu pensei com meus botões, um carro cabe 5 pessoas, 2 na frente e 3 atras. Eu e o japonês somos magros, como assim não tem espaço? Eu só vou levar uma mochila q poderia ir no meu colo. Fiquei pensando que talvez a “suposta namorada” do Fafabiânus tivesse 200kg ou talvez não quisessem que eu fosse.

Figura 2 – Vesgo do Pânico

Sendo um cara que acredita em sinais, eu já tinha desistido, já tinha falado pro meu chefe que iria trabalhar no feriado, quando as 17h surge o Husky dizendo que a “suposta namorada” do Fafabiânus tinha desistido de ir e que eu poderia ir. Beleza. Eu tinha 30 min pra decidir se eu ia, arrumar as minhas coisas, chegar à rodoviária, e comprar passagem.  Praticamente Impossível. Qualquer um teria deixado pra lá. Mas não eu, \o/, enquanto arruma as malas, ligava pro mototaxi (graça a Deus existe isso). Cheguei à rodoviária em cima da hora e por sorte tinha passagem.

Assim que eu cheguei em Lorena, tive que esperar apenas algumas horas e enfim chega o Fafabiânus no seu Astra pratiado 3.0, modelo 2010 com espaço pra pelo menos 4 pessoas atrás ou 10 Fafabiânus, se preferirem outro sistema de medida.

Fizemos uma viagem tranqüila até Itanhandu, passando por Cachueira Paulista, Cruzeiro, Passa Quatro. Chegamos já anoite na casa do Fafabiânus em Itanhandu, uma casa muito interessante, com sala, sala de jantar, cozinha, copa, quintal gigante, 6 QUARTOS e apenas 1 BANHEIRO.

Eu e o Japones ficamos conhecendo a família do Fafabiânus, que estranhamente nenhum deles já viram a “suposta namorada” do Fafa. O Husky já conhecia todo mundo. Só faltava sentar no colo dos caras de tanta intimidade. hahah

Depois de comer alguma coisa, alias, depois de acabar com o milho cozido que o tio Paulinho do Fafabiânus tinha feito, fomos pra praça do carnaval. Ainda era cedo e não tinha tanta gente, mas com o passar do tempo foi ficando cada vez mais cheio.

Ficamos olhando o movimento, sem entrar muito no espírito do carnaval. Eventualmente agente comprava uma cerveja, ou hotdog, ou pastel com guaranita. A cerveja custava R$2,00 e o hotdog R$3,00.

E eventualmente todo mundo ia pra casa mijar, pois a fila pros banheiros era kilometrica e em todo lugar já tinha gente mijando.

O carnaval é de rua, com bandas, blocos, tudo gratuito. Muito recomendado pra quem quer curtir no povão sem gastar muito.

Não lembro ao certo que horas o pessoal ficou cansado e resolvemos ir pra casa durmi pra aproveitar o dia seguinte. No quarto que ficamos tinha uma casa de solteiro e uma de casal, o Husky muito rapidamente pegou a de solteiro e o Fafa a de casal. O japonês pegou um coxão em outro quarto e jogou no chão. Eu percebi que só sobrara espaço na cama de casal do Fafa. Isso tirou toda a minha vontade de durmi então voltei pra praça. =)


Figura 3 – É Foda

…..aconteceram varias coisas….

Dia seguinte acordo com aquela natural marola japonesa, pois ele passa a noite peidando, tudo bem, (detalhes: vejam o tópico virada 2009-2010) e tem um pequeno ser do meu lado todo encolhido. Era o Fafabiânus. Ele me disse que eu não machuquei ele, então tudo bem. Hahaha

No dia seguinte com a luz do sol resolvemos dar uma volta e ficamos conhecendo melhor a cidade. Isso inclui o Fafá que é um péssimo nativo.

Figura 4 – O Lugar que tinha mais gente. 20/m²

Figura 5 – Aonde tinha as bandas que tocam sempre as mesmas musicas – Rebolationtiontion

Figura 6 – Local aonde ficavam os afro-decendentes, e os banheiros

Tao logo pode, o Husky foi comprar o seu pão de queijo, enquanto ficamos vendo o pessoal atravessar o trilho do trem.

Assim que o Husky chegou tava tocando uma macha frunebre, imagino que estavam enterrando o pessoal que morreu ontem no carnaval.

Após fomos pra cachoeira do vô delfim. Cachoeira muito boa, a água estava fria como sempre, mas menos fria que Gonçalves e menos perigosa tbm… Tinha uma quedinha da água, tinha um tobogam de correntezas. Tinha umas mulheres interessantes pegando sol. E tinha uma menininha nadando que despertou sentimentos no nosso amigo japonês. Depois chegou um cara estranho falando pra mim que perdeu o anel, não entendi se era verdade ou uma metáfora. Resolvemos ir embora pro Cipó.

No caminho cruzamos de carro com os parente do Fafa. No cipó foi legal tbm. Era o mesmo rio da cachoeira. Como sempre fui o primeiro a se balançar no cipó e cair no rio. Arriscando minha vida bravamente pelos meus amigos. Tinha varias pessoas na fila do Cipó e já tava na hora do almoço, então resolvemos tomar uma açaí e procurar comida.

Após o açaí, que por sinal, não chega nem aos pés do de Itajubá. Fomos pro sitiu de um outro tio do Fafabiânus, lá almoçamos, nadamos, jogamos bilhar, sinuca, ping-pong e pimbolim. Pra variar, eu ganhei tudo que joguei.

Depois resolvemos testar o bote do Fafabiânus e fomos fazer um DRIFT (Rafting kkkkkkkk) no mesmo rio do Cipó. O Fafa foi de carro e aproveitou pra tirar as fotos, q por isso não ficaram boas.

Na hora de entrar no bote, começou a merda, japonês segurando e o preto do Husky pulando e eu atrás. Encheu o bote de areia.

Inicialmente, o japonês e o Husky estavam remando, por isso íamos de cara nas arvores..hehehe depois eu peguei o remo do japonês passamos a ir melhor…

Podemos notar a destreza do Husky que incorporou o espírito do índio canoeiro, um dos seus ancestrais secretos. E começou a remar freneticamente.

Logo chegamos ao ponto do cipó, onde pensamos que um loko iria cair em cima de nos.

Chegamos a conclusão mais tarde que esse cara era um Robert e só queria sair nas fotos e ser imortalizado nesse blog.

O japonês usou a velha arte samurai de sair de botes.

Tendo comprida a nossa missão de exploração e conquista do rio delphim, resolvemos ir pra casa, nos prepararmos para noite que prometia.

No carnaval de domingo aconteceram varias coisas engraçadas. A festa estava muito boa, melhor que o dia anterior, parecia ter muito mais mulher que no dia anterior, pelo menos no inicio. Ainda sim a concorrência era grande. Estavamos tranqüilos tomando umas cervejas, dando umas voltas e vendo a mulherada passar. O japonês estava sempre puxando a mulherada, até que uma delas parou e disse pra ele: “-Você tem cara de nerdizinho.” Depois dessa ele ficou muito sentindo e resolver beber pra caramba. Tão logo ficou bêbado, resolveu que era flamenguista e resolveu pular e cantar o hino do flamengo com uns negões. Nos acabamos indo junto nessa………

Ao que eu percebi, o fafabiânus é um profundo adorador de machinhas. Se identificando principalmente com a “pipa do vovo não sobe mais”.

O husky como bom amigo que é, tentou arrumar varias garotas pro japonês. Depois de 100 foras, eu parei de contar.


Fomos embora de manha cedo, já era de dia e eu não lembro de muitas coisas que aconteceram. Heheh..

O carnaval foi muito bom, o japonês ao final já estava acabado:

Na segunda acordamos, tomamos café, e fomos no borracheiro tentar recuperar umas câmeras de pneus de caminhoes que estava na casa do Fafá. Depois que o tiozinho remendou as centenas de furos, fomos descer o rio verde. Em uma bóia grande foram o Japones haruo e o Husky e em outra fomos eu e o Fafa. O trajeto é bem legal, com poucas parte rasas que tivemos que descer da bóia. Um terminado momento tinha uma queda da água que eu foi o único idiota que desceu no pneu, fiquei preso na correnteza, ou em uma espécie de remoinho e custei a sair. Perdi meu chinelo varias vezes, devia ter ido de tênis como os outos. Foi quase 2h descendo o rio. Chegando perto da cidade, o rio ficou um pouco sujo. Mas pra quem já surfou no tiete, não era nada. De maneira inesperada, eu e o Fafá formamos uma boa dupla. Enquanto o husky e o Haruo sempre ficam pra trás, caindo da bóia, um em cima do outro algumas vezes. Apesar da nossa bóia pneu não se muito grande pra mim, pro Fafá era praticamente uma casa.

(adendo: maldito Fafabiânus, péeeeessimo nativo como só ele é, nos levou pra descer de boia justo no rio que corta a cidade com seus milhões de canos de esgoto dando descarga ao mesmo tempo jogando dejetos na água por onde passavámos…conseguimos sobreviver a algumas submarinos japoneses que se encontravam na água e fomos para casa…tão logo chegamos lá todos foram tomar banhos demorados de desinfetantes e sabão pra tirar a craca de esgoto do rio do corpo, maaas como sempre tem que ter um cara pra ferrar com tudo, o senhor Fafabiânus ficou com a craca no corpo até de noite antes de irmos pra praça zuar…neste caso chegamos a conclusão que o senhor Fafabiânus se sentiu em seu ambiente natural na boia junto com o Salvador com o rio cortando a cidade)

Mais tarde nesse mesmo dia, jogamos bilhar, onde meu time ganhou todas, não por minhas habilidades, mas por eu dar sorte pra equipe.

Depois fizemos compras pro jantar (hotdogs). A noite antes do carnaval jogamos bastante mau-mau.

O carnaval de segunda tava muito bom. Logo no inicio da festança o japonês estava com tudo nas menininhas (qualquer idade acima de 5 anos). Por uma sorte do destino, ele teve a maior chance da vida dele quando a menina (gatinha) da noite anterior voltou e falou: “-sabia que eu adoro nerdizinhos?” A menina ficou parada por 3 seg, esperando uma resposta dele, mas pra mostra que era um verdadeiro nerd, ele não fez nada.

Apesar dos pesares essa noite foi mto boa, e curtimos pra caramba.

O Fafá quase arrumou briga com um cara por uma razão que não ficou clara ainda. Hehehe

O husky foi durmi um pouco mais cedo e ficamos nois 3 até de manha curtido a festa e o que tinha sobrado dela.


No dia seguinte, terça, tão logo arrumamos tudo, fomos embora. No caminho de volta passamos na “FLORESTA NACIONA” em Passa-Quatro. E la fomos na cachoeira do Iporã .

A cachoeira é bem movimentada e possui uma queda-d’água bem forte. Fizeram uma espécie de barragem com concreto para a cachoeira fica mais funda. Isso é legal pois a cachoeira fica mais funda e permite você nadar avontade. Porem a cachoeira fica menos natural e mais artificial, e isso atrai bastante povão.

Segundo o Husky, parecia um pscinão de ramos.

Sem japonês:

(corre japa loko) Com Japonês:

A Floresta Nacional de Passa Quatro é uma unidade de conservação brasileira, situada no município mineiro de Passa Quatro (MG), sendo controlada pelo Instituto Chico Mendes e integrante do SNUC. A Floresta possui uma área total de 335 ha onde se desenvolvem atividades de pesquisa, manejo ambiental e uso sustentável e está inserida numa ramificação da Serra da Mantiqueira.

Ainda na volta, um pouco antes de Cachoeira Paulista paramos em um mirante. A visão era muito bonita. Ao fundo podemos observar o Vale do Paraiba.

Após as gracinhas nas fotos, fomos embora. A viagem seguiu tranqüila. O pessoal parou em Lorena para me deixar. Tomaram um coca na rodoviária. O Husky foi no banheiro da rodoviária deixar a sua lembrancinha padrão. Segundo ele, foram os 50 centavos mais bem gastos da vida dele (taxa do banheiro). Depois disso eu fui embora e voltei a minha velha rotina em Itajubá.

Recomendo muito o carnaval de Itanhandu-MG. Eles tem tradição e o governo investe bem na segurança e nas bandas. Ao que eu pesquisei na net, foram investidos em torno de 50mil. Porem a cidade deve conseguir muito mais dinheiro que isso com os turistas.

Santiago / Husky

13º Viagem of the Wordbaba

Participantes: Husky, Fafabiânus, Salvador?! e Japa Loko.

Diário de Viagem! Happy New Year 2010

•Janeiro 17, 2010 • 1 Comentário

12ª Viagem of the World
Participantes: Husky, Fafabiânus, Salvador?! e Japa Loko,

31 de dezembro de 2009, o que você estava fazendo?
Bons tempos aqueles em que não nos preocupávamos tanto com chuvas…

Era algum dia de meados de dezembro, Husky estava em sua casa olhando o teto e pensando no final de ano em meio a conversas no msn, sempre se questionando sobre o que deveria fazer no ano novo, afinal, o trabalho iria lhe sugar todos os dias do final de ano, tendo folga somente no dia 31, logo, não tinham muitas opções validas de viagens ou eventos marcantes em sua cidade natal que fossem dignas de notas e historias para contar aos seus sobrinhos e filhos destes sobrinhos.

Foi quando olhando fotos antigas de viagens as montanhas franciscanas que teve a idéia aparentemente idiota de ir acampar no Pico Selado em Monte Verde, afinal, o Pico Selado tem uma vista de 360° do Vale do Paraíba e praticamente todas as cidades do Vale tem queima de fogos, logo, de cima do Pico Selado poderíamos ver praticamente um show de fogos que seria o mais marcante em muitos anos e realmente digno nota para seus sobrinhos e filhos destes…

Então animado com a idéia aparentemente idiota, falou primeiramente com Santiago, que estava online no msn no exato momento da idéia, no que o indigitado cidadão respondeu com um sim daqueles que você responde já sabendo que não vai dar em nada mesmo…bom, já era um começo, ao menos não iria passar o final de ano sozinho como um louco no meio do mato. Ligou então para um já arroz de festa de acampamentos, Fafabiânus, que prontamente disse que iria, afinal, não tinha plano melhor mesmo…e assim os dias foram passando…

…e finalmente o dia 30 de dezembro chegou com muitas chuvas e previsões totalmente pessimistas para a nossa viagem, já havíamos arranjado um veiculo valente e velho de guerra em nossas viagens: o fusca 1969 da Celso Ricotta Empreendimentos Sociais. Existem relatos antigos de viagens feitos nesse carro, que podem ser conferidos aqui e aqui. Ao menos com o fusca, era certeza de diversão e que não chegaríamos la vivos, segundo pais, mães e conhecidos de tal carro já envelhecido…isto porque depois de acampar em Monte Verde-MG, iríamos pegar uma estrada de terra desconhecida para Gonçalves-MG, pois iríamos visitar um grande amigo que fazia aniversario dia 1° de Janeiro e que tinha nos convidado para passar alguns dias em sua casa…

Husky saiu de seu antigo trabalho em Taubaté e foi buscar o Santiago na rodoviária, que não acreditava que estava indo passar o ano novo em um pico qualquer, mas estava animado com a idéia. A noite os dois se encontraram com Fafabiânus, conferiram todo o equipamento que iriam levar e ficaram sabendo que tinha mais um retardado a ingressar no time, um tal de Eduardo Haruo, conhecido de vista de Husky e desconhecido por parte de Santiago, mas como ele também não tinha lá muita coisa pra fazer e em sua mente não podia perder a oportunidade de tirar uma casquinha de chefe, ele prontamente atendeu o convite de Fafabiânus.

Então chegou o dia 31 de dezembro, 10:30 da manhã, todos os equipamentos já estavam no fusca 1969, todos os retardados também amassados dentro do carro devido a falta de espaço, e estávamos indo rumo primeiramente a Joanópolis, capital nacional do lobisomem, onde Husky queria comprar um cartão postal e relembrar a celebre passagem que teve por lá em 2002, além de almoçarem e terem um ultimo contato com a vida antes de irem para o meio do nada.

O Fusca agüentou bem o trajeto pela rodovia Dom Pedro I e depois pela SP-070 até Joanópolis, no caminho até lá muito rock e cheiro de gasolina, afinal, o tanque do fusca estava praticamente até cheio até a tampa e aquilo fedia gasolina dentro do carro, que também é movido a GNV.

Chegando em Joanópolis, os quatros seres sem ter o que fazer almoçaram, Husky comprou seu cartão postal e uma camisa da associação daqueles que acreditam em Lobisomem. Parou também para perguntar o melhor caminho para Monte Verde num posto qualquer da cidade, onde tinha uma placa com as estradas da região e alguns bêbados do lado da placa…como bom, ingênuo e educado moço que é, Husky perguntou aos bêbados ao lado da placa como fazer para chegar a Monte Verde, (na verdade ele sabia, mas queria encontrar um caminho que não fosse a estrada de terra que ele aprendeu a odiar e não queria passar por lá de jeito nenhum)…

Os bêbados bonzinhos e prestativos explicaram como fazer de uma maneira não muito entendível por assim dizer, no que Husky sempre perguntava de novo as coisas, até que um deles falou para seguir reto e virar no “simbol do curintias”…vai reto e vira no “simbol do curintians”…e Husky perguntava de novo, no que o bêbado desta vez bravo respondeu “NO SIMBOL DO CURINTIANSSSSSS”…ok ok..seguimos em frente…

Husky não havia notado nesta conversa direito, quando volta ao carro vê todos os caras chorando de rir dele e do bêbado…e assim ficou marcado na historia o “Simbol do Curintians” que mesmo indo reto nunca encontramos, mas que virou referencia de navegação no resto da viagem.

Saímos de Joanópolis por volta das 14hrs, pegamos a estrada de terra que não é lá essas coisas, mas que valeu a pena para treinar e reaprender a dirigir o fusca naquelas situações, afinal, fazia já um tempo que o pobre carrinho andava só no asfalto, faltava emoção na vida de todos e do carro.

Passamos pela estrada de terra com louvor, parando algumas vezes em bifurcações que Husky decidia o caminho seguindo seus instintos de navegação não muito confiáveis, mas que dessa vez deu certo e lembrou o caminho direitinho. Problemas mesmo só tivemos quando o carro não meio que atolou numa subida muito fudida, e por ter chovido um pouco antes, estava com muito barro e o carro muito pesado não agüentou subir, no que os três passageiros, Fafabiânus, Santiago e Haruo tiveram que descer e ver Husky fazer uma força no pobre fusca pra ele conseguir subir aquele barranco…achamos também que encontramos três caminhões e seus capangas roubando madeira na estrada, mas isto não temos como comprovar, mas realmente era muito estranho ver três caminhões todos fudidos, com os caras mais fudidos ainda, correndo pra cortar as arvores e jogar nos caminhões…mas enfim…

Por todo o caminho estava sol e isso nos animava, mas quando fomos chegando perto de Monte Verde-MG as nuvens foram aparecendo, não avistávamos o Pico Selado ao longe, o que era um mal sinal…todas as mães reclamaram da nossa iniciativa, dizendo que iríamos morrer com um raio na cabeça na chuva que iríamos pegar, mas como somos retardados e não muito obedientes, seguimos assim mesmo rumo ao Pico Selado e o café Platô, onde iríamos deixar o fusca.

Então, por volta das 15:30, com muita neblina no alto do morro, uma grande ameaça de chuva e algum friozin, chegamos ao nosso destino…arrumamos logo um local para guardar o carro, fizemos as gambiarras de sempre no motor do carro para que ele não ligue caso alguém o tente roubar, arrumamos nossas malas e ficamos com uma duvida…iríamos mesmo deixar nossas malas para Gonçalves-MG no carro?

Husky estão teve uma idéia meio descarada…já que o café Platô, um café que fica bem na entrada da trilha para o pico estava aberto, ele foi conversar com a dona do café para ver se ela deixava, nós pobres coitados num fusca, guardar nossas malas no próprio café, afinal, Husky ficara sabendo que o café iria abrir dia 1°…e assim foi Husky conversar com a dona do café, mas acabou mesmo foi conversando com a Raquel, uma das atendentes do café e filha da dona, que muito simpática e prestativas, aceitou guardar nossas coisas…

E assim, com tudo arrumado e mochilas nas costas, nos despedimos de todos e do fusca e começamos a fazer a trilha para o Pico Selado…a trilha foi o de sempre, 30 minutos muito chatos no inicio, mas que dessa vez tinha o agravante de estar totalmente molhada e com muita neblina, mas nada que não passássemos com maestria por ela chegando então no Platô, onde um dia no passados, tiramos e tivemos um dos momentos mais marcantes de todas as nossas viagens…um mar de nuvens com o Husky cantando Beautiful Day do U2 como um retardado no meio das pedras…

Paramos para descansar um pouco e tirar umas fotos, mas logo retomamos nosso caminho rumo ao Pico Selado…na trilha, muita lama e água e poucas pessoas…mas as poucas pessoas que encontrávamos eram umas gostosas que realmente nos deixavam pensativos sobre o que nos estávamos fazendo ali…e no meio do caminho, parávamos para tirar fotos e gravar uns vídeos…

A trilha até o Pico Selado demorou no total pouco mais de 1 hora e meia, não foi muito cansativa, mas foi meio chata de fazer devido ao mar de barro e água que encontrávamos no caminho, alem da neblina também chata que nos negava a vista do alto das pedras…

Foi então que por volta das 18 hrs chegamos ao nosso destino e depois de um breve descanso, começamos a montar o acampamento e a fazer o já clássico chá mate.

E assim o tempo foi passando no alto da montanha, nos perdemos no tempo jogando baralho com Santiago e Husky ganhando tudo, e Haruo sempre sendo o cu no presidente…por volta das 22hrs começamos a preparar a nossa ceia de ano novo, um sopão com calabresa que demorou mais de 1 hora para ficar pronto…veio então meia noite, fogos estourando por todos os lados, mas nós não tínhamos visão nenhuma por causa da neblina, somente ouvíamos os fogos por todos os lados, mas apesar disso ser meio frustrante, não deixamos de estourar o champanhe (ou o néctar de pêssego, já que Husky não bebe) e ficamos jogando papo pro alto até pouco perto das uma e pouco da manha, quando resolvemos descansar e acordar cedo para ver o nascer do sol, que perto das 6 da manha acabamos por não ver nada, afinal, a forte neblina persistia no alto da montanha…essa mesma neblina nos impediu de ver o por do sol, o mar de estrelas e a revoada dos morcegos…mas branco era tudo que iríamos ver ainda por um bom tempo…

Por volta das 7 horas começamos a desarmar acampamento e quando terminamos de arrumar nossas coisas começou a cair o pé d’água…mas o retorno ao café platô e a segunda parte desta jornada fica para a segunda parte…

Até aqui, as verdades máximas sobre esta viagem são as seguintes:
– O Lobisomem de Joanópolis pegou no saco do Fafabiânus;
– Não existe “Simbol du Curinthians” na estrada de Joanópolis-SP para Monte Verde-MG;
– Não existe carro como o fusca;

Husky

Opera Prima 2009!

•Julho 26, 2009 • 1 Comentário

A velha frase:  “Importante é competir!?” (mas te mato de pancada se você nao ganhar lol)

Bom, neste caso foi, afinal, pra chegar até o Opera Prima foi um trabalho de um ano inteiro, sendo que somente o melhor trabalho da faculdade é escolhido para representa-la no final das contas, então, neste caso sinto-me bem feliz de poder ter participado do concurso e dia 10 de agosto estarei lá para parabenizar os ganhadores e participantes!rs =)

E claro, conhecer os novos e futuros colegas de profissão!rs 😉

Para quem quiser saber mais do Opera Prima e dos resultados, estais aqui o link oficial do concurso:

http://www.premiooperaprima.com.br/

See Ya,

Husky

July!

•Julho 11, 2009 • Deixe um Comentário

Julho, mês das maiores imbecilidades já feitas por os cidadãos deste blog…

Meio afastado por causa do trabalho, treinos e mais treinos e o sono, mas só uma fase que pode passar, ou não…pois não queremos encontrar a morte e todos os seus amigos…

Husky

June!

•Junho 14, 2009 • Deixe um Comentário

Junho, o mês onde as coisas começam a esfriar, ou seria esquentar?!

Início de homologação de Hap Ki Do, musculação, trampo e mais trampo e festas juninas com melhor custo benefício em termos culinários…então, o que estamos fazendo aqui parados!?…thunder…

Husky

Lego Arquitetura!

•Junho 12, 2009 • Deixe um Comentário

Acordo hoje em um dia chuvoso, frio e cinza quando não se parece que há alguma coisa realmente importante a se fazer até ler as primeiras notícias do dia que dão conta que eu irei novamente, depois de milhões de anos, brincar de lego!

Sério…na infância com certeza foi dos brinquedos mais legais que tive junto com o nintendinho onde perdi horas a jogar Mario 3!

E porque aos 23 anos voltarei a me aventurar nos legos da vida!? porque a Lego lançou a linha mais legal de todos os tempos, a Lego Arquitetura, que traz em sua primeira fase nada mais nada menos que obras de Frank Lloyd Wright…

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Agora além de vinils e cartões postais, colecionamos Lego Arquitetura..rs =P

Husky

TFG Arquitetura – Planetário Cosmos – parte 1

•Maio 30, 2009 • 2 comentários

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Com certeza esse foi o projeto que por enquanto mais deu prazer e trabalho de realizar, principalmente pelo resultado final totalmente retardado e obviamente pela nota obtida ao final da maratona de desenhos, pensamentos e milhôes de conversas, viagens entre outras coisas feitas durante todo o ano de 2008!

O projeto do planetério esta localizado na cidade de São José dos Campos-SP, cidade reconhecida por ser um grande polo de tecnologia aeroespacial, afinal, aqui na cidade temos o INPE, o CTA, o ITA, a Embraer e o Memorial Aeroespacial Brasileiro – MAB, que é onde o projeto esta situado.

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Memorial Aeroespacial Brasileiro – MAB – São José dos Campos-SP

Existem milhões de coisas para serem postadas para que o projeto consiga ser entendido em sua totalidade, então dividimos as coisas e vamos começar pelo início ( lol )…

eis aqui o partido arquitetônico do TFG entitulado: Planetário Cosmos, uma proposta de socialização do conhecimento!

“Em 13 de maio de 2007 recebemos pelo correio de presente de aniversário um livro de uma amiga distante, a dedicatória do presente dizia o seguinte:

“Quando sabemos o quão pequeno somos no universo, entendemos que proximidade não depende de distância e sim da sintonia que une qualquer parte, qualquer alma e quaisquer pessoas que ainda olhem para o céu com os mesmos propósitos: encontrar seu lugar entre as estrelas…”
.
Observando o céu noturno repleto de estrelas com o brilho da Via Láctea cortando o mesmo, entendemos porque a astronomia é a ciência que mais traz fascinação e mistérios a imaginação humana, onde nos mais de cinqüenta séculos de estudos das estrelas ainda existem muitas perguntas sem respostas e mistérios a serem solucionados.
Algumas perguntas e mistérios perduram desde quando nossos ancestrais olhavam para o céu em sua infinita dúvida e curiosidade, e hoje estes mesmos questionamento antigos são feitos por nós diante do brilho das mesmas estrelas: Quem somos? Onde estamos? De onde viemos? Para onde vamos?
De certo e verdade somente uma: somos feitos das mesmas matérias que são compostas as estrelas e quando percebemos o quão pequeno somos no universo isto significa uma mudança nos nossos conceitos, uma vez que podemos considerar que o estudo da astronomia molda o caráter e ensina a humildade.
Nosso planeta Terra dentro do contexto do universo é somente um pontinho azul em meio à imensidão do oceano cósmico, mas apesar de ser um grão de areia dentro desse oceano uma coisa torna nosso planeta único, especial e privilegiado em relação ao restante do universo: na Terra existe vida!
Se entendermos o quão magnífico isto significa logo também entenderemos que a vida e o universo são um em sua essência, onde tudo é um e um é tudo.
Refletindo sobre sermos feitos da mesma matéria que são compostas as estrelas, podemos dizer que o cosmos é o todo e nós somos um, mas como um, nós somos o todo por sermos a vida, e é dentro deste pensamento que o planetário será construído.
A idéia principal aqui é o sentimento de que não importa o quão pequeno somos no universo, nós somos privilegiados e fomos agraciados com a vida e tudo o que nós fazemos aqui em nossa curta jornada pelo planeta de certa forma é único e especial para o universo.
Estamos neste momento sonhando dentro de um sonho muito maior, onde tudo e todos estão interligados com o todo, sendo que especial ninguém nasce, pois especial assim se torna, e algumas estrelas neste imenso aglomerado de sonhos ainda faltam brilhar.
Diante destes princípios inicialmente apresentados, somente uma palavra pode definir o nome do projeto como um todo, estando perfeitamente de acordo com os princípios e idéias aqui apresentados, a palavra Cosmos. Cosmos deriva do grego ‘kósmos’, que significa disciplina, é o universo em seu conjunto, estrutura universal em sua totalidade, desde o microcosmo (um) ao macrocosmo (tudo).
Seguindo e colocando estes conceitos iniciais como base, o Cosmos – Planetário de São José dos Campos, obedecerá aos seguintes princípios:

•    Como o telescópio de Galileu: Como planetário, este projeto é um forte instrumento de socialização do conhecimento, onde a idéia básica é fazer com que o projeto seja para os dias atuais o que o telescópio de Galileu Galilei foi para a sua época: um instrumento que faça com que as pessoas enxerguem aquilo que elas não podiam enxergar antes, pois afinal nós nunca tivemos tanto conhecimento em mãos e soubemos tanto sobre o universo, mas ao mesmo tempo a sociedade como um todo nunca foi tão desinformada e leiga a cerca do tema astronomia.
Socializar o conhecimento significa mais do que democratiza-lo, ou seja, tornar este conhecimento acessível a todos. Significa dar condições de acesso aos campos do conhecimento, tendo-o como forma de melhoria do nível cultural de sua população.
Sendo assim, entender o contexto e a história da astronomia é entender um pouco mais do contexto e da história da humanidade e de certa forma como as coisas são como são hoje, afinal, a astronomia é a mais antiga das ciências e sua trajetória e avanços estão diretamente ligadas a avanços no decorrer da história humana.

•    Passado, presente e futuro: O universo e a Terra sempre vão continuar seus movimentos mesmo quando nós partimos como se nada tivesse acontecido, o tempo é o senhor da vida e é a alma da nossa sociedade desde os primeiros grandes monumentos astronômicos que funcionavam como calendários para os antigos.
Por não termos o poder de pará-lo uma das metáforas a ser empregada no planetário será a da dinâmica, onde assim como as estrelas, o planetário sempre estará em movimento seguindo o seu caminho e sendo um com o universo, contendo algumas alas que podem ser dinâmicas e apresentar tanto internamente a sensação de que o planetário esta se movendo através da cenografia adotada.
Evoluindo o pensamento para o campo do conteúdo a ser apresentado, a filosofia adotada para a socialização do conhecimento neste projeto será uma linha do tempo sobre o passado (De onde viemos?), uma resposta para o presente (Onde estamos?), e um sonho para o futuro (Para onde vamos?).Tudo isto para tentar entender quem somos.
Dentro deste contexto, o planetário terá sua filosofia organizada da seguinte forma:

– Passado = Sociedade, Cultura e História: deverá conter uma ala voltada para a história da astronomia e dos nomes dos maiores astrônomos e astrofísicos que passaram pela Terra.
Os nomes a serem apresentados a população com atenção especial são: Claudius Ptolomeu, Nicolau Copérnico, Tycho Brahe, Johannes Kepler, Galileu Galilei, Isaac Newton, Edmond Halley, Gustav Kirchhoff, Albert Einstein, Edwin Hubble, Carl Sagan, Stephen Hawking.
A idéia deste conceito segue a linha sobre a célebre frase de Isaac Newton quando o mesmo descobriu a lei da gravitação universal: “se enxerguei longe, foi porque me apoiei nos ombros de gigantes!”.
Estudar a história é a fonte para enxergar uma luz para o futuro e acredito que apresentando os grandes feitos destes doze célebres cientistas será possível compreender um pouco mais da genialidade da mente humana e a grande contribuição para a humanidade que somente uma pessoa pode trazer, desta forma incentivando e motivando a população a pensar e lutar pelo seu lugar entre as estrelas.

– Presente = Socialização do conhecimento: será o instrumento maior de socialização do conhecimento astronômico, onde através das sessões de projeções deverá transmitir o contexto no qual estamos inseridos no universo presente e explorar ao máximo o conceito de que a astronomia é uma ciência capaz de moldar o caráter e ensinar a humildade, para que haja uma reflexão sobre o contexto do homem no universo.
A grande evolução em relação aos primeiros planetários faz com que os planetários atuais funcionem como um espaço multifuncional ampliando sua capacidade de apresentação de conteúdo sendo possível fazer estudos do céu ou visitar marte em uma realidade 3D interativa.
Esta interatividade é um dos grandes trunfos do projeto, uma vez que poderemos aliar conhecimento e interatividade com a fascinação que os planetários causam a quem o visita.

– Futuro = Educação e Pesquisa: Foi através da pesquisa e desenvolvimento de tecnologia que o ser humano conseguiu realizar grandes façanhas que antes eram somente sonhos, sendo assim, o planetário deverá ter uma ala exclusiva para educação e pesquisa, pois são através destes instrumentos que os sonhos de amanhã serão realizados.
Nessa linha o planetário deverá ter uma especial atenção para com as crianças, pois acreditando que o futuro esta nas mãos delas e que elas serão os futuros astrônomos e pesquisadores que estarão administrando o planetário, estaremos garantindo o contínuo interesse da sociedade pela astronomia, logo, o planetário deverá ter uma filosofia voltada para as crianças.

•    Proporção áurea: Não importa em que ponto do universo você esteja, as leis da física e da vida se aplicarão da mesma forma que aqui na Terra.
Quando estudamos o universo e o desenho da vida, percebemos que por mais diferentes que sejamos uns dos outros e dos astros, um padrão de desenho se estabelece com todos: a proporção 1,618.
Das nebulosas e mandalas em espirais, das asas de uma borboleta ao nosso próprio corpo, sempre se mantêm o padrão de proporção 1,618.
A idéia é utilizar as proporções e regras que se aplicam a vida dentro do projeto, logo, o planetário será concebido seguindo o quanto possível às medidas da proporção áurea.
Sendo assim, se retomarmos ao estudo do universo, iremos encontrar um elemento que só existe em abundância em um único pontinho azul chamado Terra: a água.
Como observado durante os estudos de plano de massa do terreno, o lago é o melhor local para a implantação do planetário dentro de um contexto do complexo astronômico do Museu Aeroespacial Brasileiro (MAB), sendo assim podemos dizer que o lago, o planetário e o MAB irão fazer jus a rede de sonhos interligados e vão ser um com o todo, mostrando que é possível o ser humano conviver em harmonia com o entorno do planeta sem a necessidade de nos destruirmos e destruirmos a fonte da nossa vida com o dom da capacidade de evolução e pensamento que nos foi dado, revelando enfim, a filosofia máxima do projeto, onde tudo é um e um é tudo.

Através deste projeto acreditamos estar ajudando a criar uma arquitetura que cause a surpresa e desperta sentimentos, levando as pessoas a realmente terem a sensação de tocar o céu sem ter saído da terra.
Esta é uma das grandes mágicas das quais a arquitetura é capaz: despertar sentimentos, mexer com a imaginação humana e levar as pessoas a terem a sensação de tocar o céu sem ter saído da terra, pois a mesma arquitetura que nos prende ao terreno nos liberta para o pensamento.”

Husky