Diário de Viagem! – Pedra Partida Again 2

•Fevereiro 23, 2009 • 1 Comentário

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10ª Viagem of the World
Participantes: Husky e Fafabiânus.

Havíamos finalmente chegado ao Starbar por volta das 21 hrs…estava meio frio, meio úmido, varias poças d’água no chão, mas nada que nao fizesse um sentido meio insano de voltar a acampar no local onde praticamente tudo começou.

Arrumamos nossas coisas, jogamos a mochila nas costas e fomos em direção a pedra partida, trilha já costumeira para Husky, mas nem tanto para Fafabiânus que levava em mãos os bastões mágicos que auxiliavam em sua caminhada.

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Bem verdade que a trilha a noite foi a única coisa que dificultou um pouco, porque lanternas de 10 conto nao iluminam quase nada e anos e anos de CAD nos tornaram sedentários o bastante pra uma trilha de 20 minutos ser feita em 30…mas tirando isso, não há nada muito relevante para contar…

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Chegando a base do melhor do ponto de acampamento jamais visto em todas as nossas andanças, talvez só comparado com o local onde acampamos no primeiro dia da Serra Fina, armamos a barraca, fizemos a já tradicional mistureba de sopão e calabresa e fomos a pedra partida a noite ver as estrelas…

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Acho que todo santo acampamento nós paramos pra contemplar as estrelas justamente por causa desse lugar onde seis anos antes havíamos acampado e descoberto o céu em sua verdadeira forma…e mesmo depois de tanto tempo e tantas estrelas observadas a sensação de fascínio ainda persiste e daquele ponto ainda existem milhões de estrelas cadentes sedentas por pedidos idiotas que bem verdade algumas vezes se tornaram realidade…

Frio, um poço de cansaço pela correria e o acordar cedo nos levaram de volta pra barraca onde capotamos e só acordamos perto das 6 horas da manhã e corremos pra mais um vez no mesmo lugar vislumbrar um belíssimo nascer do sol…

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Ficamos um bom tempo apreciando o sol, até porque estava bem frio e quanto mais tempo passava mais ele nos aquecia, mas já sentíamos que era hora de voltar para casa…arrumamos nossas coisas e levantamos acampamento!

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Aqui é preciso dizer que depois de trilhas e trilhas e trilhas, Husky não se lembra de ter capotado em nenhuma delas, nenhum arranhão ocasionado por torcer o pé ou coisas do tipo, mas eis que utilizando o bastão mágico do Fafabiânus, finalmente, depois de 10 viagens e trilhas, ele finalmente capotou…

O bastão mágico nos auxilia a distribuir o peso do corpo no chão, diz a lenda que quando você se acostuma com ele, principalmente se tiver usando dois você praticamente cria mais duas pernas de tão bom que o negocio é, mas no caso, Husky capotou porque o bastão mágico escorregou na terra e ele bateu de frente com o joelho numa pedra…dor…muita dor…mas felizmente ficou só na dor…

Então, depois de alguns deslizes finalmente chegamos ao carro abandonado no estacionamento do Starbar e felizmente o carro ainda estava por lá…começamos então a armar nosso café da manhã!

Tudo ocorria tranquilamente, usávamos facões pra abrir achocolatados prontos, fogareiro para esquenta-lo, guaraná era tomado logo de manhã, nossa comida estava sendo degustada com refinamento e do nada aparece um cara numa Honda Biz vindo em nossa direção…

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Quando o cara apareceu no horizonte com sua tradicional cara de malandro Husky já pensou que poderia dar merda, afinal, estávamos longe do centro da cidade, quem estava com ele era o pobre Fafabiânus que entra como o amigo do cara de sapatos na piada do leão, que pode ser traduzida no seguinte: dois caras estavam caçando na savana africana quando vêem um leão cercando eles, os dois descalços pensam no que fazer…foi quando um deles tira o sapato da mochila e começa a calçar quando seu amigo o pergunta “cara…você acha que vai correr mais rápido que o leão!?” quando seu amigo responde “mais que o leão eu nao vou nao…mas mais que você com certeza eu vou!”.

Sendo assim o cara se aproxima da gente e nosso café da manhã sendo esquentado e preparado e começa a fazer um monte de perguntas idiotas como “da onde vocês são!?” “o que estão fazendo aqui?” “esse carro é seu!?” “estão sozinhos?!” “estão no hospedados no Starbar!?” e por ai vai…

Tudo era respondido de forma lacônica e direta, nao queiramos papo com ele e torcíamos para ele dar no pé logo…foi então que Husky, cansado de tanta enrolação resolve agir…ele levanta e vai até o porta-malas do carro que esta aberto e começa a procurar os bastões mágicos do Fafabiânus, afinal, eram dois contra um, e os bastões mágicos poderiam ajudar muito naquela situação…

Foi ai que do nada o cara foi embora e ficamos aliviados, mas logo Fafabiânus encontrou o motivo: ele nao parava de olhar para as suas pernas, e eis o que estava entre as pernas de Fafabiânus:

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Um belo facão usado para abrir achocolatados prontos…foi então que ficamos aliviados, terminamos de comer e partimos rumo a cachoeira do Roncador em São Francisco Xavier…

Até aqui, as verdades máximas sobre esta viagem são as seguintes:

- Nem um pouco retardado utilizar facões pra abrir Toddy pronto!
- Engraçado que provavelmente nem utilizaríamos o facão caso precisássemos porque o Fafabiânus só se deu conta depois que o cara foi embora que o facão estava entre suas pernas!
- Uma das coisas que o cara nos disse era que nao era mais permitido acampar na Pedra Partida, o que achamos ridículo!

Husky

3 anos!

•Fevereiro 20, 2009 • 1 Comentário

Reproduzinho aqui palavras que expressam muito bem o que foi essa data a tres anos!

“E hoje, nesse fatídico 20 de fevereiro de 2009, véspera de carnaval (urghh), chegamos a três anos da catarse e do melhor abraço do mundo. =P”

eis aqui um trecho do que escrevi como recordação daquele 20 de fevereiro de 2006, o dia em que estive no show do U2…

“Quando ouvimos os primeiros sons da abertura do show e as luzes se apagando nos animamos muitos, nao posso explicar a sensação do inicio do show, era realmente muita ansiedade, quando ouvimos os primeiros Everyone do Bono no fim da musica de abertura do show a banda entrou, era realmente muito legal por ver eles de perto, saber que eles eram reais e baixinhos, acho que do meu tamanho..rs”

melhor que palavras, só o som…

Love…we shine like a burning star, falling from the sky…tonight! ;D

Husky

February!

•Fevereiro 8, 2009 • 1 Comentário

Fevereiro é o mês de festas sem noção e quando ao verdadeiramente começa…

Ainda nos recuperando do final de ano pesado que tivemos e vendo mais claramento o futuro a nossa frente…

certeza somente uma, nosso passaporte para ele esta bem próximo e estamos realmente anciosos para ter algo pra esse ano definido!

Husky

Architect!

•Fevereiro 5, 2009 • 1 Comentário

Depois de muita luta e noites sem dormir finalmente estamos formados e podemos preencher o campo profissão de qualquer formulario idiota por ai como: ARQUITETO!

Há muito o que falar, agradecer, pensar…enfim…como fui o orador da turma, deixo aqui o que foi dito na noite de terça-feira do dia 3 de fevereiro de 2009:

“Primeiramente boa noite a todos!

Enfim chegou o grande dia. 5 anos depois de sermos apresentados a faculdade hoje estamos nos despedindo, mas acho que todos sabemos que isso não é um adeus, afinal estamos levando conosco um pouco de cada momento vivido aqui dentro e um pouco de cada colega também.

E o que foram esses 5 anos!?

Foram noites e noites sem dormir preocupados em entregar nosso projeto na hora exata. Cafeína em forma de coca-cola e café acabou virando uma companheira inseparável. Estes 5 anos foram de muita luta, risadas, raiva, desespero e superação, esta ultima palavra é a palavra que pode traduzir nossa faculdade como um todo.

E para superarmos nossos momentos difíceis devemos neste momento agradecer quem nos apoiou desde o inicio, pois nao seriamos nada sem eles: nossos pais, nossos amigos, namoradas e namorados…enfim…as pessoas mais queridas onde era só pensar em suas pessoas e nesse momento que as dificuldades eram superadas.

Neste momento também devemos nos lembrar dos grandes mestres e professores que conviveram com a gente nos últimos 5 anos. Como não lembrar das celebres frases de alguns deles como o “pra finalizar” do professor Vinicius que no final das contas nunca finalizava o seu raciocínio, das diversas comparações da matéria de mecânica de solos com comida do professor Pedroso, os infinitos nés da professora Maria Fernanda. Certamente também não nos esqueceremos das provas de calculo do professor Brito, das inesquecíveis garrafas de água do prof Maxuel nas aulas de sábado de manhã e das listas vulneráveis a assinaturas da coordenadora.

Tudo muito bonito, emocionante e nostálgico a partir deste momento, mas é preciso citar aqueles que por motivo de força maior não estão aqui comemorando este momento com a gente: Carlão e suas tiradas e piadas infames sempre apropriadas ao momento; Michel, de inteligência e humildade invejáveis; Mauricio, pela sensatez e companheiro pra todas as horas e o Kleber, bom, o Kleber por ser simplesmente o Kleber!

Enfim, sonhos que se tornam realidade não podem ser simplesmente chamados de sonhos e hoje podemos dizer que um dos maiores esta sendo realizado: Nevânia, Tiago, Rafael, Rose, Mary, Alexandre, Monaliza e Wanderley, somos arquitetos e isso é um privilegio que a sociedade nos concede, pois o que os poetas dizem com duas palavras nós temos que exprimir com milhares de tijolos.

Obrigado a todos!”

Husky

Diário de Viagem! – Pedra Partida Again 2

•Janeiro 25, 2009 • 2 Comentários

10ª Viagem of the World
Participantes: Husky e Fafabiânus.

19 de Julho de 2008, o que você estava fazendo?
Tempos em que buscar inspirações para o TFG eram realmente necessários…

Essa viagem talvez seja a mais rápida da história, mas nem por isso ela deixa de ser retardada…

Husky estava perdido em sua casa em um sábado de manhã quando resolve ligar para Fafabiânus e ver se ele topava ir para um acampamento em São Francisco Xavier, mais precisamente na Pedra Partida, local mais que explorado pelo autor da ligação, mas inédito para Fafabianus.

Em uma primeira tentativa de ligação, Fafabiânus desconversa e morre de rir ao saber que São Francisco Xavier em relação à chuva é igual à bundinha de neném: “nunca sabe quando vai dar merda!” – ou chover!

Husky então fica intrigado e pensativo sobre o que fazer no fim de semana, uma vez que estava sem inspiração nenhuma pra pensar no seu TFG sobre o planetário e arranjar outra coisa pra fazer…mas eis que algumas horas mais tarde o celular toca e Fafabiânus no outro lado da linha diz que topa ir fazer tal loucura.

Então se criou o corre-corre pra arrumar as mochilas, comida e pensar no trajeto a ser feito. O primeiro telefona foi feito as 10 hrs da manhã, a resposta afirmativa para o acampamento do Fano veio as 13 hrs, saímos da casa de Fafabiânus rumo ao Wal-Mart pra comprar a comida as 14:30 hrs e mais ou menos as 15:30 saímos do Wal-Mart rumo a São Francisco Xavier.

No caminho para São Xico íamos discutindo sobre qual o caminho a ser feito, pois poderíamos ir para Monte Verde direto e fazer uma trilha de no máximo 20 minutos ou deixar o carro na fazenda que da acesso a trilha por São Xico e fazer a trilha de 2 horas já descrita anteriormente, aquela trilha do senhor dos anéis bem íngrime.

Husky relutava em seguir o caminho de São Xico por pura preguiça, mas no final ficou acordado de fazer essa trilha mesmo…por termos saído tarde de São José, chegamos a porta da fazenda as 18:30, quando a noite de inverno já caia e já havia muitas estrelas no céu.

Entrando na fazenda, não encontramos qualquer sinal de vida por um bom tempo, o que nos levou a acreditar que tínhamos entrado no lugar errado, mas algum tempo depois no final da estrada avistamos a luz de uma casa e uns três cachorros nada amigáveis junto.

Paramos em frente à casa onde uma senhora aparecia na janela amedrontada com nossa presença, afinal, já era 18:30, escuro e ninguém em sã consciência iria começar uma trilha como aquela nesse horário, mas nao pensamos nisso quando entramos na fazenda.

Com medo de ser devorado pelos cachorros nada bonzinhos, Husky aquela baixou o vidro e perguntou se eles podiam deixar o carro por ali e ir fazer a trilha, no que ouviu um belo “Não” como resposta. A senhora nos explicou que o dono da fazenda agora somente autorizava pessoas de uma pousada que não me recordo a deixar o carro por ali e fazer a trilha, foi quando ficamos sem chão: o que fazer!?

Bom, já estávamos ali e voltar para casa seria a derrota, logo seguimos rumo a Monte Verde em uma estrada de terra fudida e um breu desgraçado…mas apesar de meio assustador o caminho foi tranqüilo, não havia nenhum movimento, apenas um pequeno incidente envolvendo um ser retardado no meio da estrada nos assustou…

Imagine a cena: você andando numa estrada de terra cercada por árvores, jaz um frio forte lá fora que até deixa as janelas embaçadas, a estrada é tão escura que você não enxerga um palmo a sua frente e quando menos espera aparece um ser todo fudido no meio da estrada gritando “Ajuda Euuuu…Ajuda Euuuu!!”

O que em sã consciencia você faz!?

Óbvio que deixamos aquele ser retardado conversando com os grilos…foi quando pouco tempo depois avistamos uma parati toda fudida com o pneu furado e o capo aberto, mas ai como iríamos saber que aquele cara retardado estava falando disso!? Nós que não íamos pagar pra ver…

Aaah Monte Verde, de tantas histórias, chegamos nela mais ou menos as 20:30 da noite e fomos logo procurando o Starbar, o bar mais alto do Brasil de onde se dá o início da trilha para a Pedra Partida pela parte de Monte Verde.

Com um pouco de dificuldade devido ao breu da noite encontramos o bar e estacionamos o carro por volta das 21 hrs…foi ai que a verdadeira aventura começou…

Até aqui, as verdades máximas sobre esta viagem são as seguintes:

- Muito fdp o dono da fazenda restringindo o acesso a trilha para a Pedra Partida!
- A cena do cara pedindo ajuda é hilário e ao mesmo tempo assustadora!
- No final das contas demos sorte, pois a bundinha de neném ficou limpinha nesse fds!

Husky

2008! part 2

•Janeiro 11, 2009 • 1 Comentário

Voltando um pouco no ano passado, disse que não dava pra eleger uma viagem como a mais foda porque foram viagens retardadas realizadas ano passado!

Comecemos pelo Navio…essa foi o caso de clássico de “entrar de gaiato no navio”, mas diferente da musica, não entrei pelo cano..rs..alto mar é realmente assustador e ao mesmo tempo muito loco..as vezes me pegava pensando que qualquer probleminha no navio em alto mar já era a gente…é meio desesperador se imaginar no meio do oceano, mas o quarto do navio nos fazia esquecer qualquer pensamento desse tipo…

A Travessia da Serra Fina foi talvez a coisa mais retardada que já fiz na vida…só quem teve por lá pra saber o quão foda, desgastante e recompensador é atravessar aquelas montanhas, hoje é muito difícil, mas acho que um dia a gente volta lá e faz ela pelo caminho tradicional…

Gonçalvez e Itajubá foram aquelas viagens pra buscar inspiração e energia pro TFG…ta certo a água das cachoeiras são as mais frias que já presenciamos, mas a inspiração veio e a o descanso também, e no final das contas acabamos ganhando uma viagem nesse meio tempo…

BH sempre é legal de visitar, mas em outubro estávamos completamente perdidos e com o TFG ameaçado por conta da pouca motivação depois de mais uma vez ver todo o esforço pra se conseguir algo ir por água abaixo…mas passar 1 semana fora nos mostrou quem realmente gosta e se preocupa com a gente e quem só vem falar com você porque necessita de alguma coisa…

Enfim, no final das contas o que mais valeu a pena no ano passado foi o reconhecimento conseguido com o TFG, realmente o dia da apresentação final vai ficar marcado pra sempre na memória e cada palavra que foi dita naquela sala do bloco C da faculdade vai ficar gravada na memória!

Mas agora é hora de olhar o futuro e é nisso que estamos trabalhando agora!

2009 vai ser melhor, ao menos é isso que pensamos!rs

Husky

2008! part 1

•Janeiro 9, 2009 • 1 Comentário

Estava eu olhando o teto hoje quando me perguntei: O que levar do ano que passou?
Como ano passado, muitas coisas boas, outras ruins…mas no geral o saldo é positivo!
Vejamos, mais uma vez eu passei mais de um mês viajando, o que significa duas coisas: isso é uma das coisas que eu realmente amo fazer e que como diria o Fafabiânus “Tiaguinho…um cordeirnho pra trabalhar, um leão pra comer!”
Mas pensando bem, as coisas não são bem assim, afinal, o trabalho em 2008 foi o TFG e isso era o principal objetivo do ano, mesmo que em muitos momentos eu virasse e mandasse um sonoro foda-se pro trabalho no escritório.
Pior que vendo as viagens, não da pra falar “essa foi a mais foda” porque tiveram muitas viagens realmente retardadas esse ano: Travessia da Serra Fina, o navio, Gonçalvez / Itajubá, Formula 1…mas acho que a viagem que salvou o ano, minha mente e o meu TFG foi BH em outubro!
Mas para não ficar muito longo, façamos 2008 em partes…e pra encerrar esta daqui, digo que passei 46 dias em viagem, percorrendo 7104 km (haverá controversias lol)…realmente, sou uma bela contribuição pro efeito estufa..rs

Belo Horizonte – 01 a 04 janeiro – 4 Dias
Campinas/Formatura Carolina – 18 a 20 janeiro – 3 Dias
Cruzeiro – 23 a 27 de fevereiro – 5 Dias
São Paulo/visita técnica planetário – 5 de abril – 1 Dia
Belo Horizonte – 19 a 21 de Abril – 3 dias
Travessia da Serra Fina – 22 a 25 de Maio – 4 dias
Pedra Partida – 19/20 de Julho – 2 dias
Gonçalvez – Itajubá – 29 de julho a 3 de agosto – 6 dias
Belo Horizonte – 9 de outubro a 14 de outubro – 6 dias
São Paulo – 31 de outubro a 2 de novembro – 3 dias
São Paulo – 16 de novembro – 1 dia
Itanhandu e Belo Horizonte – 24 de dezembro a 31 de dezembro – 8 dias
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Husky

January!

•Janeiro 4, 2009 • Deixe um comentário

Janeiro é o mês das chuvas e marasmo…

Ano novo vida nova!?

yep…dessa vez a frase é verdadeira!

Acabou a faculdade e estamos temporariamente em férias permanentes, algumas coisas podem surgir, mas acho que aquilo que nossos pais sempre lutaram finalmente conquistaram!

Pra muitos pode ter terminado, mas o que tenho em mente é que esta somente começando…e é com esse espirito que começamos o ano:

Husky

Diário de Viagem! Travessia da Serra Fina

•Dezembro 23, 2008 • 2 Comentários

9ª Viagem of the World
Participantes: Husky, Alvaro’s e Fafabiânus.

As 9 hrs da manhã percebemos que era hora de voltar pra casa, mas o caminho para ela não seria nada fácil e nosso grupo era grande com gente que não estava tão bem fisicamente, o Davi já estava no bico do corvo desde o primeiro dia por exemplo, o que fazia o Junior imaginar que talvez tivéssemos que acampar mais um dia na trilha do Paiolinho!

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De longe víamos o Pico dos 3 Estados, objetivo que deixamos para uma próxima vez e enquanto nos distanciávamos da Pedra da Mina percebíamos que a caminhada ia ser muito longa, pois o Junior nos mostrava aonde deveríamos chegar e realmente a imagem da fazenda bem ao longe na paisagem não era nada animadora.

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A trilha do Paiolinho é um saco e extremamente cansativa. No início da volta existe um grande sobe e desce no meio de montanhas de pedras, o que para quem já passou dois dias suando sangue é bem cansativo e depois de mais ou menos duas horas andando resolvemos parar pra descansar e nosso guia ir no ‘banheiro’!

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A partir deste ponto a coisa começou a ficar muito feia para nossas pernas e joelhos, pois começa uma grande descida rumo a Fazenda Serra Fina…imagine o seguinte: estávamos a 2.800m de altitude e deveríamos chegar a 1500m, pois é! É como descer um prédio de 400 andares de escada com o diferencial de que ali não havia corrimão e nossos pés eram nossos freios e como a descida em muitos momentos tinha muitas pedras, era preciso tomar cuidado para não chutar uma pedra e ela rolar na cabeça de alguém que estava a sua frente devido a grande declividade!

Numa dessas Husky na ânsia de chegar logo no ponto de água, pois Junior havia falado que eles estavam perto de um ponto, não tomou muito cuidado e escorregou chutando uma pedra e descendo ladeira abaixo de frente, primeiramente quase acertando a pedra na cabeça de Israel e depois passando reto por ele no que só foi parar graças a ajuda Junior que o segurou!

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Em meio a esses sustos Davi começou a passar muito mal e nao estava agüentando o ritmo do grupo e dessa forma a gente se dividiu…como sempre Husky e Junior foram indo na frente em busca de água e o resto do grupo vinha atrás num ritmo mais lento. Quando Husky encontrou água ficou ouvindo de Junior coisas sobre o Rio de Janeiro e outras viagens e depois de 30 minutos viu o restante do grupo nos reencontrar…nesse momento Junior falava sobre um tipo de planta que demorava a crescer naquela região e que era importante manter a trilha intacta, foi quando Alvaro’s já esgotado e necessitando sentar e descansar desabou seu pequeno corpo de 90 e tantos quilos sobre as pobres plantinhas que o Junior acabara de dizer que demoravam anos para crescer…não é preciso contar a cara que o Junior fez vendo aquela cena!

Deste ponto de água que ficava numa ribanceira desgraçada pegamos um pequeno trecho de capim alto…neste ponto nós sabíamos pra onde tínhamos que ir, mas nao encontrávamos a saída de jeito nenhum, e o Sol já estava ficando insuportável e foi só depois de um bom tempo perdido dentro daquele capim que encontramos a saída e percebemos que havia um ótimo ponto pra almoçar e pegar água logo em seguida, foi quando fizemos a pausa para recarregar as baterias. Aqui a água ficou praticamente individual, com cada um sendo responsável por carregar aquilo que ia beber!

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Neste ponto nós percebemos o quão importante é a alimentação pra fazer algo deste nível de sandice, pois o Davi que estava morrendo e se arrastando pela trilha depois de comer bem naquela pausa nem parecia mais o mesmo cara, parecia que nada havia acontecido e ele recuperou as energias de uma forma até surpreendente. Nesta ouvimos a promessa de que devíamos estar a umas 3 horas da fazenda Serra Fina e que o nosso tio da Kombi já deveria estar por lá nos esperando!

E talvez por estas promessas que a Serra Fina a partir deste ponto passou muito rápido, foi impressionante a velocidade na qual fizemos o trajeto daquele ponto de descanso até a cachoeira que fica bem na boca da fazenda e mais impressionante é que o grupo foi indo calado e num ritmo rápido diante daquelas malditas trilhas desgracadamente íngrimes!

Na cachoeira paramos para alguns tomarem um banho e mergulharem na água pra tirar o ranço que já se alastrava pelo grupo. Depois de vinte minutos de descanso, eis que recomeçamos a trilha que para nosso espanto deve ter durado mais uns vinte minutos…

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A mata foi cessando, o céu e o caminho foram abrindo e quanto vimos estávamos em frente a um estacionamento de terra da fazenda serra fina, nao é preciso dizer o quão aliviados e felizes todos estavam, afinal, tínhamos acabado de terminar a trilha mais difícil do Brasil, havíamos vencido a Serra Fina!!!!!!

No estacionamento veio uma mulher que trabalhava por lá e pediu para nós assinarmos o livro de visitas da fazenda e para nosso espanto, o seu Alberto da Kombosa já estava por lá para nos levar para o tão merecido descanso, foi só o tempo de tirar uma ultima foto e entrar na Kombosa rumo a Itanhandú!

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Devo dizer que a Travessia da Serra Fina foi talvez a coisa mais insana, retardada, sem noção, muito loka e desgastante que já fizemos nestes vinte e poucos anos de vida…mas a sensação de ver o horizonte sem nada atrapalhando e de conquistar a trilha mais difícil do Brasil é simplesmente fantastic!!!

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Husky, Wanderley, Alvaro’s, Junior, João, Fafabiânus, David e Israel!

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Foram meses de planejamento que valeram a pena, finalmente depois de 3 dias insanos estávamos indo de volta pra casa!!!

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See ya!

Husky

December!

•Dezembro 16, 2008 • Deixe um comentário

Dezembro a mim soa a um azul meio cinza, sei lá…
Talvez este mês seja o mês mais importante dos últimos 22 anos por aqui, afinal muita coisa importante tá em jogo…vamos ver até onde nossos limites podem nos levar…

Husky